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Condé Nast elege os melhores miradouros de Portugal

Para que ninguém perca o melhor de Portugal, a Condé Nast Traveler espanhola publicou, na semana passada, um extenso artigo sobre miradouros portugueses, com sugestões que percorrem todo o país.
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Para que ninguém perca o melhor de Portugal, a Condé Nast Traveler espanhola publicou, na semana passada, um extenso artigo sobre miradouros portugueses, com sugestões que percorrem todo o país.

Desde “os tranquilos miradouros de Lisboa, aos horizontes selvagens da costa”, Portugal oferece muitas oportunidades de ser observado de cima, salienta o autor que coloca, no topo das recomendações, o miradouro São Pedro de Alcântara.

“Com vistas para a Baixa e a ladeira que conduz até ao Castelo de São Jorge” é possível chegar a este miradouro através do elevador da Glória, que liga a praça dos Restauradores ao Bairro Alto, explica Álvaro Anglada, que destaca o pequeno jardim do miradouro, dividido em dois pisos, e “decorado com estátuas e um painel de azulejos”.

A paragem seguinte é o Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo. O artigo explica que este miradouro, onde se encontra o tempo dedicado à mesma santa, se inspira no Sacré-Coeur de Paris. Segundo a Condé Nast, este é o local perfeito para ver o pôr-do-sol sobre o estuário do rio Lima e a “preciosa cidade de Viana do Castelo”. Para um final e tarde perfeito, o cronista aconselha o leitor a “beber um copo de vinho numa das pousadas”.

Lisboa, Sintra e Beira Interior

A terceira sugestão recai sobre o Castelo de São Jorge, novamente em Lisboa. O autor descreve a história que reúne influências visigodas, árabes e cristãs. “Mas são as suas muralhas e torres que tornam este castelo famoso entre aqueles que procuram as melhores vistas”, diz Álvaro Anglada. “Deste miradouro fortificado pode ver-se a Baixa, o Bairro Alto e o rio Tejo, naquela que é uma das melhores vistas sobre a cidade”.

 
O Castelo dos Mouros, em Sintra, é a quarta sugestão da Condé Nast. Os seus desgastados muros, com quase 1.000 anos que história, que “serpenteiam pelo Parque da Pena e vistas que se debruçam sobre o vazio”, “revelando a serra, a vila e, em dias claro, o azul do Atlântico”, seduziram o autor do artigo.

De regresso à capital, é a vez de visitar o miradouro de Santa Luzia, com vista para os telhados de Alfama e para o rio Tejo. Junto a igreja da ordem de Malta, Álvaro Anglada destaca também o famoso painel de azulejos que reproduz uma paisagem da cidade, com o castelo e a praça do Comércio antes do terramoto de 1755. 

Tempo para descer até à Beira Interior. A vista que se segue fica no Castelo de Monsanto, naquela que é apelidada a “aldeia mais portuguesa de Portugal”, e que oferece, a mais de 700 metros de altitude, uma panorâmica privilegiada sobre uma paisagem rural.

“Portugal imprescindível”

Sétima sugestão leva o leitor de volta a Sintra, para subir ate ao Palácio da Pena. “Estas são as vistas que os reis tinham nos seus dias de descanso” quando, no Verão, “vinham à procura de um clima mais fresco” com “vistas idílicas e misteriosas”. Quanto ao palácio, o artigo fala de “toda uma rareza arquitetónica, com extravagâncias em pedra e azulejo e toda classe de caprichos”. O autor garante que os miradouros que aqui encontrou oferecem vistas espetaculares sobre um “Portugal imprescindível”.


De Sintra a caminho de Lisboa, é tempo de parar no Cabo da Roca onde o “Atlântico choca com todas as suas forças” nas rochas. Trata-se de “um miradouro natural aberto sobre o mar, localizado a 140 metros de altura, e com vistas de 360º sobre a paisagem do Parque natural de Sintra-Cascais”. 

De regresso ao norte, a Condé Nast sugere uma visita ao convento da Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia, de onde se pode desfrutar da vista “mais famosa e encantadora” sobre o Porto: “É deste lado do Douro que se obtêm as melhores vistas sobre a cidade”. O autor sugere este miradouro porque daqui se pode observar a “maravilhosa” ponte de ferro D. Luís I, símbolo da cidade, e o Palácio da Bolsa.  

O artigo termina com uma visita ao Alentejo, à vila de Marvão, “com uma vista panorâmica inigualável. “O perfil de Marvão descola do solo para subir as alturas” num “promontório de 900 metros onde se ergue o seu castelo”, diz o autor. Daqui se pode observar, com ‘olhos de pássaro’, o Parque natural da Serra de São Mamede, um verdadeiro “prodígio natural”, conclui o artigo.

Clique AQUI para consultar o artigo original (em espanhol).

Notícia sugerida por Maria da Luz

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