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Cientistas descobrem 657 novas ilhas no mundo

Utilizando imagens de satélite, mapas topográficos e cartas de navegação, um grupo cientistas norte-americanos identificaram 657 novas ilhas-barreira em todo o mundo, fazendo com que neste momento sejam conhecidas 2.149 fo
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Embora a comunidade científica ainda não saiba descrever ao certo como se formam essas ilhas, é-lhes reconhecida a sua importância na preservação da vida marinha. Além disso, ajudam a proteger zonas terrestres baixas da erosão e dos efeitos devastadores das tempestades.

Nem todas as ilhas-barreira descobertas agora surgiram ao longo da última década; segundo os cientistas das universidades de Duke e Meredith, na Carolina do Norte,  muitas delas já existiam há longos anos, mas foram ignoradas ou mal classificadas em investigações anteriores.

Até ao momento, julgava-se que as ilhas-barreira nunca poderiam surgir em locais onde a alteração dos níveis do mar é superior a quatro metros. No entanto, o estudo realizado recentemente identificou a maior cadeira de ilhas-barreira na costa equatorial do Brasil, onde o mar regista elevações de sete metros.

"Isto prova que as ilhas-barreira existem em qualquer tipo de clima, com qualquer tipo de maré e ondas", frisa Morrin Pikey, cientista ambiental da Universidade de Duke.

Este tipo de formações de areia vai assumindo novas formas ao longo do tempo como resposta às ondas, marés, correntes e outros processos físicos relacionados com a dinâmica dos oceanos.

Por isso, os cientistas acreditam que este estudo mostra a necessidade de criar um novo método de classificação e estudo das ilhas-barreira, que tenha em conta a complexa interação entre as variáveis locais e globais que determinam o seu aparecimento e evolução.

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