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Chita sobrevive graças a mãe adotiva

O Instituto Smithsonian para a Conservação Biológica, nos Estados Unidos, acolheu uma pequena chita em risco de vida, já que a mãe não tinha leite suficiente para a alimentar, e entregou-a aos cuidados de uma outra fêmea. Apesar de este não ser um pr
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O Instituto Smithsonian para a Conservação Biológica, nos Estados Unidos, acolheu uma pequena chita em risco de vida, já que a mãe não tinha leite suficiente para a alimentar, e entregou-a aos cuidados de uma outra fêmea. Apesar de este não ser um procedimento comum, garantiu a sobrevivência do animal.

“Uma fêmea não produz leite suficiente para uma cria, porque um filhote apenas não garante o estímulo necessário a essa produção”, explica à CNN a especialista Adrienne Crosier.

Por essa razão, o macho nascido em dezembro foi afastado da mãe biológica e esteve aos cuidados da equipa do Instituto Smithsonian durante 13 dias. A chita foi depois entregue a Zazi, uma fêmea de nove anos que acabara de dar à luz. “No espaço de uma hora, estava a amamentar as duas crias”, dizem os zoólogos.

Até ao próximo ano, as duas pequenas chitas ficarão na companhia de Zazi. Depois disso, os especialistas do Instituto Smithsonian ponderam a possibilidade de os animais serem transferidos para outros centros de conservação da espécie.

De acordo com investigadores da área da Biologia, existiam cerca de cem mil exemplares de chita espalhados pelo mundo no início do século XX. Atualmente, estima-se que sejam apenas entre sete a 12 mil.

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