Ciência

CERN: físicos produziram e isolaram antimatéria

Os físicos do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), em Genebra, conseguiram pela primeira vez isolar e armazenar átomos de antimatéria, mais precisamente 38 átomos de anti-hidrogénio.
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Os físicos do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), em Genebra, conseguiram pela primeira vez isolar e armazenar átomos de antimatéria, mais precisamente 38 átomos de anti-hidrogénio.

No decurso da experiência denominada ALPHA, no CERN,  foi assim dado mais um passo importante para perceber uma das questões em aberto sobre o universo: há ou não diferença entre matéria e antimatéria.

Ter sido possível produzir e isolar antihidrogénio em ambiente controlado permitirá aos cientistas estudar com detalhe de medidas o antihidrohénio e assim comparar a matéria e antimatéria.

Antimatéria, ou a falta dela, permanece um dos grandes mistérios da ciência. “Por razões que ninguém compreende, a natureza eliminou a antimatéria”, disse Jeffrey Hangst, um dos físicos que participou na experiência.

“Por isso, é emocionante olhar para o Alpha e saber que contém átomos estáveis e neutros de antimatéria”, esclarece o mesmo investigador.

Em 1995, os físicos do CERN conseguiram produzir os primeiros antiátomos de hidrogénio, mas como eles desapareceram no instante seguinte, não foi possível estudar as suas propriedades.

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