Inovação e Tecnologia

Cérebro de Einstein convertido em “app” para tablet

O cérebro de Albert Einstein acaba de ser transformado numa aplicação exclusiva para iPad que, embora não transfira a sua inteligência fora do comum para os utilizadores, promete fornecer aos cientistas, estudantes e curiosos imagens detalhadas.
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O cérebro de Albert Einstein acaba de ser transformado numa aplicação exclusiva para iPad que, embora não transfira a sua inteligência fora do comum para os utilizadores, promete fornecer aos cientistas, estudantes e curiosos imagens detalhadas e mais acessíveis do que nunca. 
 
A aplicação, criada por Steve Landers, do National Museum of Health and Medicine de Chicago, nos EUA, vai permitir a quem fizer o seu download a partir da AppStore da Apple “espreitar” o cérebro do homem que revolucionou a Física e que conquistou um Nobel em 1921 como se olhasse através de um microscópio.
 
A criação desta “app” foi possível depois daquele museu médico, que está a desenvolver-se em Chicago, ter obtido fundos e autorização para digitalizar cerca de 350 “slides” de valor incalculável feitos a partir de partes do cérebro de Einstein recolhidas durante a autópsia depois da sua morte, em 1955, com o objetivo de que os futuros cientistas conseguissem descobrir os segredos por detrás do seu génio. 
 
As amostras recolhidas pelo médico legista Thomas Harvey foram analisadas num estudo de 1999, publicado na revista científica The Lancet, que mostrou que o lobo parietal, parte do cérebro importante para a compreensão da matemática, da linguagem e das relações espaciais, de Einstein, tinha uma dimensão 15% superior ao normal. 
 
“Mal posso esperar para saber o que irá ser descoberto”, afirmou Landers, que desenhou a aplicação. “Gosto de pensar que Einstein ficaria entusiasmado com esta possibilidade”, acrescentou.
 
Os investigadores poderão agora, através do iPad, estudar ainda mais aprofundadamente o cérebro do físico, focando-se nas regiões onde há ligações mais concentradas do que o habitual entre os neurónios. 
 
Porém, como o material foi preservado numa fase em que a tecnologia ainda não estava tão avançada como atualmente, as diferentes regiões do cérebro não estão mapeadas com precisão de acordo com um modelo anatómico, o que poderá dificultar a tarefa de compreender a que área correspondem as várias partes.

Clique AQUI para aceder à página desta aplicação na AppStore.

[Notícia sugerida por Vítor Fernandes]

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