Ambiente

Células de coral congeladas para evitar extinção

Foi criado, no Havai, o primeiro banco de células congeladas de corais. Os investigadores norte-americanos responsáveis pelo projeto esperam conseguir, assim, evitar a extinção e preservar a grande diversidade de corais do Havai.


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[Foto: © AFP/HO/Ann Farrell]

Foi criado, no Havai, o primeiro banco de células congeladas de corais. Os investigadores norte-americanos responsáveis pelo projeto esperam conseguir, assim, evitar a extinção e preservar a grande diversidade de corais do Havai.

Para desenvolver a iniciativa, o Instituto de Biologia Marinha da Universidade do Havai e os serviços zoológicos da Smithsonian Institution de Washington instalaram um laboratório em Coconut Island, onde as primeiras células de coral cogumelo (Fungia scutaria) e de coral Montipora capitata foram congeladas.

Os corais, considerados como animais pelos biólogos, são fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas marinhos. Contudo, a atividade humana tem ditado o progressivo declínio das barreiras de corais e de diversos animais que lá têm o seu habitat.

“As células de coral congeladas são viáveis. Poderemos descongelar o material em 50 ou 1000 anos em tese e, com isso, recriar uma espécie ou desenvolver uma população” de corais, explicou em comunicado Mary Hagedorn, investigadora do Instituto de Conservação Biológica da Smithsonian Institution de Washington.

“De facto, já descongelámos amostras de esperma de coral com o objetivo de utilizá-las para fertilizar ovos de corais e produzir larvas de coral”, explicou a mesma responsável, citada pela agência Lusa.

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