Saúde

Cancro: espera para cirurgia baixou para 24 dias

O tempo médio de espera para cirurgia oncológica desceu de 28 para 24 dias em 2010, ano em que a lista de inscritos baixou para 3.285 e o número de operações caiu para 39.309, conforme revela relatório apresentado esta semana.

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O tempo médio de espera para cirurgia oncológica desceu de 28 para 24 dias em 2010, ano em que a lista de inscritos baixou para 3.285 e o número de operações caiu para 39.309, conforme revela relatório apresentado esta semana.

Segundo o relatório do Sistema Informático de Gestão de Gestão da Lista de Inscritos para Cirurgia (SIGLIC), 17,4% dos doentes inscritos em lista de espera foram operados em 2010 fora do tempo máximo de resposta garantido (TMRG), contra 21,3% em 2009 (-18,3%).

O número de doentes que são operados fora do tempo máximo de resposta garantido baixou 73,6% entre 2005 e 2010.

No ano passado manteve-se a diminuição da mediana do tempo para os inscritos para cirurgia a cancros malignos registada nos últimos cinco anos: 79 dias em 2005, 24 dias em 2010, uma descida de 69,6%. Em 2009, a espera era, em média, de 28 dias.

A cirurgia ao cancro da próstata foi a que registou a maior mediana de tempo de espera no universo dos doentes operados em 2010 (32 dias), enquanto os operados ao esófago ou estômago esperaram 15 dias.

O número de doentes em lista de espera para cirurgia oncológica baixou de 4.260 em 2005 para 3.285 em 2010 (22,9%). Em relação a 2009 (3.515 doentes) desceu 14,3%.

A atividade cirúrgica baixou pela primeira vez em 2010 em relação aos últimos cinco anos. Em 2006 realizaram-se 29.727 cirurgias oncológicas, número que subiu para 40.833 em 2009 e baixou para 39.309 no ano passado.

De acordo com o SIGLIC, 14,7% dos doentes inscritos em lista de espera foram operados em 2010 fora do tempo máximo de resposta garantido, uma percentagem que desceu 72,8% nos últimos seis anos.

O Algarve é a região do país com maior percentagem de inscritos com tempo de espera superior a TMRG (16,7%), seguido do Centro (12,8%), Lisboa e Vale do Tejo (10,7%), Norte (7,6%) e Alentejo (3,1%).

[Notícia sugerida pela utilizadora Raquel Baêta]

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