Ambiente

Beja: Nova central solar arranca em outubro

A quarta central solar fotovoltaica situada no concelho de Ferreira do Alentejo (Beja), deverá começar a produzir energia parcialmente já no próximo mês de outubro, adiantou fonte da empresa promotora, a Earth Life, à agência Lusa.
Versão para impressão
A quarta central solar fotovoltaica situada no concelho de Ferreira do Alentejo (Beja), deverá começar a produzir energia parcialmente já no próximo mês de outubro, adiantou fonte da empresa promotora, a Earth Life, à agência Lusa.

Representando um investimento de cerca de 45 milhões de euros, a central, com uma capacidade total de 14 megawatts (MW), irá ocupar cerca de 30 hectares perto de Figueira de Cavaleiros, devido à boa “receção” do município de Ferreira do Alentejo e porque a zona “tem características próprias de radiação solar” que tornam o projeto “viável em termos financeiros”, revelou Aurélio Tavares, administrador da Earth Life.

A primeira fase de construção da central, iniciada em junho com a instalação do primeiro MW de painéis solares fotovoltaicos de silício, destina-se a ligar a estrutura à rede elétrica nacional, para começar a produzir energia “em meados de Outubro”.

A segunda fase do projeto consiste na instalação de mais oito MW, também de painéis de silício, que deverão ser ligados à rede “durante o quarto trimestre de 2011” ou “primeiro trimestre de 2012”, acrescentou Aurélio Tavares, acrescentando que os painéis fotovoltaicos utilizados têm “carimbo” nacional, ao serem produzidos na fábrica da Earth Life, em Santa Maria da Feira.

A terceira e última fase, que inclui a instalação dos últimos cinco MW, desta vez com painéis fotovoltaicos de filme fino, depende da entrada em funcionamento da fábrica de painéis solares daquela tecnologia que a Earth Life quer construir no Norte do país, em princípio “a partir de 2011”.

Os painéis de filme fino são “mais baratos” e têm “um comportamento melhor a altas temperaturas” do que os de silício, disse o administrador Aurélio Tavares, em declarações à Lusa.

Mais importante: a central vai empregar temporariamente “50 a 60” trabalhadores nas fases de instalação e por cada MW instalado, criando “cerca de 12 a 15” postos permanentes quando estiver a funcionar em pleno e nos serviços de operação e manutenção.

Comentários

comentários

BN TV

O Boas Notícias está de volta!

Live Facebook

Correio do Leitor

Subscreva a nossa Newsletter!

Receba notícias atualizadas no seu email!
* obrigatório