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“Banco de voz” ajuda doente neuromotor a comunicar

Após ter sido diagnosticado com uma doença neurodegenerativa irreversível, o britânico Laurence Brewer, de 43 anos, recorre a um sintetizador de voz para gravar mais de mil frases e expressões, de modo a comunicar com o filho mesmo quando a doença o
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[Fotografia: © Press Association]

Após ter sido diagnosticado com uma doença neurodegenerativa irreversível, o britânico Laurence Brewer, de 43 anos, recorre a um sintetizador de voz para gravar mais de mil frases e expressões, de modo a comunicar com o filho mesmo quando a doença o impedir de falar.

São vários os pacientes que utilizam sintetizadores com vozes pré-gravadas. Contudo, o programa a que Laurence recorre permite-lhe usar a própria fala e desconstrói automaticamente as suas frases para formar novas orações.

O britânico espera que esta funcionalidade lhe ofereça a possibilidade de poder ler histórias ao seu filho – atualmente com um ano -, mesmo quando já não tiver voz.

“‘Se eu perder a voz nos próximos seis meses, o meu filho pode nem sequer reconhecer a minha voz, por isso, daqui a cinco anos, com a minha voz gravada, ele pode ter uma ideia de como soa a minha fala. É a criação de uma memória”, explica Brewer ao jornal Telegraph.

A doença neuromotora é progressiva e leva ao desgaste dos músculos, à perda da mobilidade e a dificuldades na fala, deglutição e respiração.

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