Sociedade

Banco Alimentar volta a bater recordes

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O Banco alimentar voltou a superar os resultados do ano anterior. Este fim de semana o país contribuiu com 2309 toneladas de alimentos, mais 14,9 por cento que em maio de 2010, provando, mais uma vez, que a solidariedade não está em crise.

A campanha esteve presente em mais de 1560 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Terceira, Viana do Castelo e Viseu.

Segundo o Banco Alimentar anuncia em comunicado “os resultados obtidos voltaram a evidenciar uma extraordinária adesão, apesar das sombrias perspetivas sobre a evolução da economia portuguesa”.

“Graças à sua ajuda há cada vez mais sorrisos” foi o lema e a mensagem da campanha deste ano que não só resultou em mais alimentos como também numa forte adesão por parte dos voluntários.

Em Ano Europeu de Voluntariado, 31.900 cidadãos dedicaram o fim de semana a esta causa, assegurando totalmente a recolha nos estabelecimentos comerciais, o transporte, a pesagem e a separação dos produtos.

A partir da próxima semana, os géneros alimentares recolhidos serão distribuídos pelas 1.936 Instituições de Solidariedade Social que os farão chegar a cerca de 319 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas

Se não pôde participar nesta campanha ainda está a tempo. Até 5 de junho, poderá fazer as suas doações da nova plataforma eletrónica de recolha de alimentos da Internet, em www.alimentestaideia.net, ou nas 3.900 lojas Payshop espalhadas por todo o País onde o seu dinheiro será convertido em leite.

Para além das campanhas de recolha, que acontecem duas vezes por ano, os Bancos Alimentares Contra a Fome recebem diariamente excedentes alimentares doados pela indústria agroalimentar, agricultores, cadeias de distribuição e operadores dos mercados abastecedores. Recuperam-se assim produtos alimentares que, de outro modo, teriam como destino provável a destruição, lutando contra uma lógica de desperdício e de consumismo.

[Notícia sugerida por Elsa MArtins e Patrícia André]

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