Gastronomia

Azeite: Portugal e Espanha querem origem protegida

A Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), em parceria com a espanhola Oleum Vetonio, quer criar a primeira Denominação de Origem Protegida (DOP) para o azeite produzido na região do Douro.
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A Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), em parceria com a espanhola Oleum Vetonio, quer criar a primeira Denominação de Origem Protegida (DOP) para o azeite produzido na região do Douro.

O presidente da AOTAD afirma que este projeto é uma novidade no setor olivícola e “ainda não foi experimentado na Europa”.

“As variedades de azeitonas existentes em ambas as margens do rio Douro, são em alguns casos semelhantes, mas há variedades diferentes, por esse motivo constitui-se um património olivícola único em todo o mundo”, afiançou Jesus Carvallares, membro da Oleum Vetonio.

“Com um selo de dominação comum ao azeite a Portugal e Espanha poderão conquistar-se novos mercados tanto na América Latina como na Ásia”, considerou o olivicultor.

Os associados das entidades envolvidas consideraram “o projeto interessante, já que não é conhecida nenhuma DOP comum a dois países no espaço europeu envolvendo produtos olivícolas”, adiantou o dirigente associativo.

De momento, “apenas existe a DOP do Azeite de Trás-os-Montes” que engloba alguns concelhos durienses tais como Vila Flor, Vila Nova de Foz Côa ou Carrazeda de Ansiães.

A AOTAD e a Oleum Vetonio já começaram a incrementar acções de sensibilização junto dos produtores da região do Douro no sentido de delimitar uma área que abranja a região transfronteiriça das Arribas do Douro e toda da Região Demarcada do Douro, desde Barqueiros (Mesão Frio), até Barca de Alva (Figueira de Castelo Rodrigo).

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