Cultura

Artistas recebem chaves de ateliês municipais

No próximo sábado, dia 25 de setembro, dezasseis artistas recebem as chaves dos ateliês municipais que foram atribuídos no primeiro concurso público deste âmbito em Lisboa. No mesmo dia, o requalificado Jardim dos Coruchéus abre ao público, com uma e
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[Fotografia: Palácio dos Coruchéus, 1963 © Artur Goulart, Arquivo Fotográfico da C.M.L]

No próximo sábado, dia 25 de setembro, dezasseis artistas recebem as chaves dos ateliês municipais que foram atribuídos no primeiro concurso público deste âmbito em Lisboa. No mesmo dia, o requalificado Jardim dos Coruchéus abre ao público, com uma exposição do escultor José Pedro Croft.

A concessão destes ateliês já é feita desde a década de 70, mas apenas agora a Câmara de Lisboa decidiu avançar com o processo através de um concurso público, ao qual responderam 163 artistas. Currículo, potencial formativo, adaptação das atividades artísticas aos espaços disponíveis e a existência de elos privilegiados com a autarquia foram os critérios preponderantes para a escolha dos artistas.

Contudo, um dos principais objetivos desta iniciativa é o incentivo aos artistas em início de carreira. Por isso, entre os 16 selecionados para usufruir dos ateliês municipais encontram-se artistas já consagrados como Ângela Ferreira e outros mais jovens como Vasco Araújo ou Yonamine.

De acordo com o jornal Público, o melhor classificado do concurso foi o escultor Rodrigo Oliveira, pelo que vai receber as chaves do ateliê da Quinta do Contador Mor, nos Olivais.

Os artistas plásticos Yonamine, Susana Mendes Silva, Rui Valério, André Garcia Pimenta, Nuno Henrique e Salomé, Bruno Cidra, Ângela Ferreira e Vasco Araújo, a performer Cláudia Dias, Susana Gaudêncio, Inês Botelho, Mafalda Santos e também o fotógrafo Nuno Cera ficam com um ateliê cada no Complexo de Ateliês Municipais dos Coruchéus. Finalmente, a artista plástica Ana Perez-Quiroga vai instalar-se no ateliê do Bairro do Rego.

O custo das rendas, segundo o regulamento, variam entre os 100 e os 140 euros mensais, à exceção do ateliê dos Olivais,  que tem uma renda de 300 euros.

O escultor José Pedro Croft mantém desde 1998 um protocolo com a Câmara de Lisboa e que envolve, como contrapartida à sua ocupação de um ateliê municipal nos Olivais, a realização de peças para a cidade. Aí se enquadra a apresentação da escultura “Sem Título”, produzida este ano, no Jardim dos Coruchéus.

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