Sociedade

ACT integra 148 novos inspetores de trabalho

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) reforçou a sua equipa com 148 novos inspectores e até ao final do ano serão um total de 340 novos profissionais. O objetivo é reforçar a fiscalização e travar salários em atraso, situação que atinge
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A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) reforçou a sua equipa com 148 novos inspectores e até ao final do ano serão um total de 340 novos profissionais. O objetivo é reforçar a fiscalização e travar salários em atraso, situação que atinge 23 mil trabalhadores com uma média de 663 euros por receber da entidade patronal, conforme os dados revelados sobre o primeiro semestre deste ano.

A ACT responde assim aos pedidos dos sindicatos para uma maior fiscalização laboral e travar o número de trabalhadores com ordenados em atraso.

“A invocação da crise propicia oportunismos e os trabalhadores são os mais prejudicados”, explica o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva. “É preciso promover uma acção fiscalizadora que, aos primeiros sinais de qualquer incumprimento das obrigações, possa agir de forma a evitar estas situações”, defendeu o dirigente em declarações ao JN.

João Proença, secretário-geral da UGT, apelou ainda a uma “melhor atuação do Fundo de Garantia Salarial”, pois se muitos destes casos significam ordenados em atraso de empresas já encerradas, outros significam uma prática inaceitável de empresas que estão a trabalhar e chegam ao fim do mês e não pagam os salários.

“Isto tem que acabar. É uma prática totalmente inaceitável de concorrência desleal e que põe em causa outras empresas”, concluiu o líder sindical.

Até agora, a entidade contava com cerca de 240 a 250 trabalhadores na fiscalização.

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