Saúde

300 doentes oncológicos por dia em novo centro

O novo centro de investigação da Fundação Champalimaud em construção na zona de Pedrouços, em Lisboa, estará concluído em Outubro deste ano, segundo garantiu a presidente da Fundação, Leonor Beleza. O novo Centro Champalimaud para o Desconhecido será
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O novo centro de investigação da Fundação Champalimaud em construção na zona de Pedrouços, em Lisboa, estará concluído em Outubro deste ano, segundo garantiu a presidente da Fundação, Leonor Beleza. O novo Centro Champalimaud para o Desconhecido será uma unidade dedicada à investigação e tratamento do cancro e terá capacidade para atender 300 doentes por dia.

Neste espaço funcionará um laboratório de investigação sobre o cancro e neurociências e gabinetes médicos para consulta e tratamento do cancro. Os investigadores  e os médicos estarão assim em contacto permanente.

Beleza escusou-se, contudo, a adiantar que pessoas com cancro poderão beneficiar da relação entre investigação e prática clínica, que caracteriza aquele complexo, orçado em cem milhões de euros, pagos integralmente pela fundação.

Questionada sobre o eventual acesso de utentes do Serviço Nacional de Saúde à vertente clínica do centro, Leonor Beleza disse, segundo o jornal Correio da Manhã, não pretender por enquanto “falar sobre o assunto”.
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O primeiro-ministro, José Sócrates, visitou ontem as obras do Centro de Investigação Champalimaud onde fez questão de sublinhar o orgulho que sente pelo trabalho desta fundação e o que representa para o nosso país um centro de investigação como este projeto.

 O Governo contribui com a concessão do espaço que conta com um edifício arquitectónico de excelência. O Centro Champalimaud inclui 2 edifícios dispostos de forma a promover o acesso livre.

O Edifício A contém nos pisos inferiores as áreas de diagnóstico e de tratamento, e nos pisos superiores os laboratórios de investigação básica e os serviços administrativos.

O Edifício B inclui um Auditório, uma Área de Exibições e uma Área de Restauração no piso de entrada. No piso superior estão os escritórios da Fundação, que comunicam com os serviços administrativos da Edifício A através de uma ponte em vidro.

Haverá ainda um espaço aberto com jardins panorâmicos e um anfiteatro ao ar livre abertos ao público.

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